Vicariato Episcopal para a Caridade Social
Promover o testemunho eclesial da caridade, da justiça e da paz
O Vicariato Episcopal para a Caridade Social da Arquidiocese do Rio de Janeiro foi criado em 30 de abril de 2002, com a missão de coordenar, integrar e animar as diversas iniciativas sociais da Igreja no território arquidiocesano. O responsável pela coordenação é o Monsenhor Manuel de Oliveira Manangão, as atividades são de cunho social, baseadas na promoção da dignidade humana, da justiça social e da solidariedade, com especial atenção aos pobres, excluídos e vulneráveis. O vicariato articula e acompanha as pastorais sociais, entidades sociais católicas, ações de emergência e redes solidárias, em colaboração com paróquias, movimentos e organizações da sociedade civil. Atua como instância de apoio, formação, planejamento e supervisão das iniciativas sociais da Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro através da equipe técnica de Assistentes Sociais.
ORGANOGRAMA
COORDENAÇÃO DO VICARIATO PARA A CARIDADE SOCIAL
Vigário Episcopal: Monsenhor Manuel de Oliveira Manangão
Vigário Episcopal Adjunto: Padre André Vilar de Moraes Martins
Endereço: Rua Benjamim Constant, 23, 5º andar – Glória, Rio de Janeiro (RJ)
Telefone: (21) 2292 3132 – Ramal 332
E mail: viccaridadesocial@arqrio.org.br
Instagram: @vicariatosocialrj
Facebook: Vicariato Epsicopal para a Caridade Social
PASTORAIS SOCIAIS ARQUIDIOCESANAS
Breve histórico: a Pastoral Afro-Brasileira surgiu inspirada na Conferência de Puebla, em 1979, que chamou a atenção da Igreja Católica para a questão racial. Tendo em vista que no Rio de Janeiro as equipes de Parada de Lucas, Bangu e Santa Cruz elegeram Alair Rebecchi e Anazir Oliveira como nova liderança, animados pelo VII Congresso Nacional das Entidades Negras Católicas (CONENC), que aconteceu em 2012, em Londrina (PR), os integrantes da pastoral procuraram o coordenador diocesano, Padre Joel Portela, o qual aceitou a comissão. Desta forma, estes integrantes organizaram diferentes iniciativas dos católicos negros na vida e missão da Igreja. Assim, compreender que é um longo processo de conscientização e atuação de gerações de homens e mulheres negros que vivem a sua fé na igreja e identificam a realidade de afrodescendentes.
Missão: valorizar os negros e as suas demandas, como a sua identidade, cultura e ancestralidade.
Objetivo geral: buscar a valorização do negro, de forma que evidencie sua identidade cultural e ancestralidade, com o intuito de intervir na desigualdade racial.
Atividades: reflexões sobre a cultura e a história afro; Encontros de formação, palestras e eventos que visam promover o diálogo intercultural e a valorização da identidade afro-brasileira; Participação em manifestações artísticas, culturais, políticas e religiosas que tragam visibilidade à cultura de justiça e paz; Reflexão sobre a caminhada pastoral e evangelizadora dentro e fora da igreja.
Breve histórico: criada em 05 de outubro de 2010 pelo Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, Ord. Cist. Segundo as palavras do próprio Arcebispo, o trabalho da pastoral deve ser sempre elaborado em conjunto, no coletivo da fé e no diálogo com os outros. Nesse sentido, até então, dentro da nossa Arquidiocese, as quatro áreas de deficiência desenvolviam suas atividades de evangelização de forma isolada. Foi então no ano de 2010, que as pastorais que atuam junto à PCD realizaram atividades em conjunto. O Fórum Permanente da PCD foi um dos espaços para acolher as quatro áreas da deficiência (auditiva, física, visual e cognitiva). Desde então, os trabalhos de evangelização e catequese são inclusivos e colaborativos, na linha sinodal da Igreja de hoje.
Missão: possibilitar a acolhida e a inclusão das pessoas com deficiência.
Objetivo geral: promover a dignidade e os direitos das pessoas com deficiência, respeitando a sua identidade e especificidades, visando a integração e convivência social das pessoas com deficiência e das suas famílias na comunidade e em encontros de espiritualidade católica.
Atividades: curso de interpretação em libras, Adoração Eucarística, confecção do tapete de Corpus Christi, fórum permanente e seminário.
Breve histórico: teve como fundadores, a médica pediatra Zilda Arns Neumann e Dom Geraldo Majella Agnelo, à época, Arcebispo de Londrina e a Arquidiocese do Rio de Janeiro, apoia através das paróquias o trabalho realizado pelas lideranças. Na Arquidiocese do Rio de Janeiro iniciou no de 1984, na paróquia Nossa Senhora da Aparecida (Batam) e na comunidade do Pau da Bandeira (Vila Isabel), tendo a Ação Social da Cáritas responsável por toda articulação para desenvolver a pastoral no âmbito da Arquidiocese do Rio de Janeiro. Em 1987, a coordenação Estadual também teve com a assessoria da coordenadora da Arquidiocese do Rio de Janeiro para implantar nas dioceses do Regional Leste 1.
Missão: reduzir a mortalidade infantil, a desnutrição, o analfabetismo e a exclusão social.
Objetivo geral: promover o desenvolvimento das crianças através de orientações básicas de saúde, nutrição, educação e cidadania, fundamentadas na mística cristã que une fé e vida das crianças desde a concepção, e também das suas famílias e comunidades.
Atividades: realiza acompanhamento de crianças de 0 a 6 anos e gestantes por meio de líderes voluntários que vivem nas próprias comunidades que atuam, através de visitas domiciliares, celebração da vida e reunião de reflexão e avaliação.
Breve histórico: foi implantada na Arquidiocese do Rio de Janeiro em 1984 pelo Cardeal Dom Eugênio Sales, buscando a promoção e defesa da criança e do adolescente, desrespeitados em seus direitos humanos.
Missão: promover e defender a vida das crianças e dos adolescentes empobrecidos e em situação de risco pessoal e/ou social desrespeitados em seus direitos fundamentais.
Objetivo geral: estimular um processo que visa à sensibilização, à conscientização crítica, à organização e à mobilização da sociedade como um todo, na busca de uma resposta transformadora, global, unitária e integrada à situação da criança e do adolescente empobrecidos e em situação de risco.
Atividades: desenvolver programas e projetos nas unidades militares e paróquias, reuniões de formação, avaliação e planejamento com os agentes da pastoral, reuniões com as famílias, reuniões com os militares, serviço de convivência e fortalecimento de vínculos, jovem aprendiz e curso de informática.
Breve histórico: surgiu no final da década de 1970, em resposta à política de remoção das favelas cariocas, por ocasião da ameaça de despejo dos moradores da Favela do Vidigal, no contexto do processo de redemocratização do Brasil, e foi construída por padres, advogados e moradores de favelas com forte vinculação com a Igreja Católica e foi fundada no Rio de Janeiro no ano de 1977.
Missão: ser uma presença fraterna nas favelas, periferias e ocupações urbanas, para fortalecer o compromisso comunitário e social.
Objetivo geral: ter olhar integral, em vista de participar da transformação na comunidade periférica, se comprometendo igualmente com a conquista das políticas públicas básicas para uma vida digna em áreas tão maltratadas de todos os modos.
Atividades: atendimento Jurídico aos moradores de favelas e periferias, participação nos conselhos de direito e realização de formações e reuniões com os agentes da pastoral.
Breve histórico: no Rio de Janeiro, foi iniciado em 1º de maio de 1973 em um encontro realizado em Itaipava com 30 trabalhadores – 10 pertencentes a Ação Católica Operária – 10 dos Círculos dos Trabalhadores Cristãos – 10 dos Grupos de Reflexão Bíblica do Vicariato Oeste. A coordenação coube ao Pe. Eduardo Koaik – hoje Bispo de Piracicaba – SP e com presença de Dom Eugênio Sales de Araújo. Depois do encontro onde foi decidido que seria a Pastoral do Trabalhador que mais caracteriza no Rio de Janeiro, em vez de Pastoral Operária, foi formada uma Comissão com 6 pessoas, três de cada setor. Entre os 6, Tibor Sulik foi eleito o primeiro coordenador, o primeiro assistente espiritual foi Monsenhor Gilson, recém chegado da Europa, e o primeiro coordenador liberado foi Aristides Pereira.
Missão: organizar a classe trabalhadora e lutar contra o desemprego, a informalidade e a precarização do trabalho.
Objetivo geral: incentivar a valorização da pessoa humana e ser presença ativa, atuando como uma igreja encarnada no mundo do trabalho, promovendo a evangelização e a transformação social a partir das realidades vividas por cada um desses atores.
Atividades: celebrações litúrgicas específicas para os trabalhadores, encontros de formação e reflexão, orientação jurídica, apoio em casos de injustiças trabalhistas, atuação em conjunto com sindicatos e movimentos sociais e mobilização dos direitos trabalhistas.
Breve Histórico: a Pastoral das Domésticas teve atuação significativa em paróquias e comunidades, com apoio do Vicariato Episcopal para a Caridade Social, principalmente a partir dos anos 2000, quando houve um reforço na articulação das pastorais sociais. A pastoral contribuiu também para apoiar a luta pela regulamentação dos direitos das domésticas, culminando na aprovação da PEC das Domésticas (Emenda Constitucional 72/2013). A Pastoral das Domésticas é um organismo da Igreja que busca dar suporte, dignidade e voz às trabalhadoras domésticas, reconhecendo seus direitos humanos e trabalhistas, promovendo a justiça social e a valorização da pessoa humana no contexto do trabalho doméstico.
Missão: promover a dignidade, os direitos e a valorização das trabalhadoras domésticas, fortalecendo sua consciência cidadã, espiritual e social, por meio da solidariedade, formação e mobilização, em consonância com a Doutrina Social da Igreja.
Objetivo geral: apoiar e orientar as trabalhadoras domésticas, promovendo sua integração social e comunitária, defendendo seus direitos, incentivando a organização e a participação ativa na Igreja e na sociedade.
Atividades: realizar encontros de formação humana, espiritual e cidadã para trabalhadoras domésticas; promover a conscientização sobre direitos trabalhistas e combate à exploração; oferecer apoio jurídico e psicológico em parceria com órgãos da Igreja e da sociedade civil.
Breve histórico: na década de 60 através das Irmãs do Bom Pastor a Igreja se faz presente nos cárceres e na década de 70 os movimentos religiosos realizaram um trabalho edificante nos presídios onde foram permitidos atuar. É importante ressaltar que a pastoral começou em 1962 com o padre jesuíta Paulo Ruffier, e em 1973, o Rio de Janeiro acolheu o primeiro encontro nacional da Pastoral Carcerária, que decorreu de 7 a 9 de agosto e em 1986 ocorreu a primeira reunião nacional da Pastoral como serviço organizado da CNBB. Há vários anos se desenvolve, nos Institutos Penais da Guanabara, um significativo trabalho de evangelização, por parte de numerosos agentes de pastorais. A Comissão que coordena e orienta toda essa atividade deve ser constituída, pelo menos, dos seguintes segmentos: um juiz, um promotor, um defensor público, um assistente-social, um psicólogo, um agente de pastoral, um sacerdote, uma religiosa, um egresso e, eventualmente, um preso.
Missão: promover a valorização da dignidade humana
Objetivo geral: levar a palavra e a escuta aos privados de liberdade e seus familiares e zelar para que os direitos humanos e a dignidade humana sejam garantidos no sistema prisional.
Atividades: acompanhar as pessoas privadas de liberdade em todas as circunstâncias e atender suas necessidades pessoais e familiares; Apoio Jurídico e social às famílias de detentos; superar a Justiça retributiva pela Justiça restaurativa.
Breve histórico: iniciou sua prática em São Paulo nos anos 80 a partir das iniciativas das Irmãs Oblatas que juntos com alguns leigos começam a visitar as ruas para ouvir o povo das marquises e em 26 de maio de 2000 começou as suas atividades no Rio de Janeiro com um pequeno grupo de voluntários que prestava assistência nas ruas e praças da cidade.
Missão: estar presente junto à população em situação de rua e dos lixões, reconhecendo os sinais de Deus na sua história e desenvolvendo ações que transformem a situação de exclusão em projetos de vida para todos.
Objetivo geral: estimular a promoção de ações junto à população de rua e catadores de materiais recicláveis que construam alternativas em defesa da vida e contribuam na elaboração de políticas públicas, com o objetivo de difundir a metodologia que tem como princípio fortalecer o protagonismo do povo da rua – fazer com a rua e não para a rua. Buscando dessa forma, desenvolver ações que transformem a situação de exclusão em projetos de esperança para todos/as.
Atividades: capacitar e formar agentes para aprofundar a mística e a metodologia de ação pastoral; Incentivar a criação da Pastoral do povo da rua nas dioceses onde existem moradores de rua e catadores de materiais recicláveis; Dar visibilidade às questões referentes à população de rua e denunciar ações violentas e discriminatórias; Apoiar a articulação da população de rua e dos catadores de material reciclável na sua organização em movimentos.
Breve histórico: a Pastoral do Migrante é uma expressão da caridade da Igreja junto às pessoas em mobilidade humana — migrantes, refugiados, deslocados internos e itinerantes. Foi fundada em 1977, vinculada ao Vicariato Episcopal para a Caridade Social, essa pastoral atua no acolhimento, escuta, orientação e integração social de migrantes e refugiados que chegam ao território da Arquidiocese do Rio de Janeiro.
Missão: promover o acolhimento fraterno e a dignidade dos migrantes e refugiados, defendendo seus direitos, fortalecendo sua integração nas comunidades e construindo uma cultura de hospitalidade, à luz do Evangelho e da Doutrina Social da Igreja.
Objetivo geral: oferecer apoio humano, espiritual e social aos migrantes e refugiados, promovendo sua inclusão, proteção, participação e integração, em comunhão com a ação evangelizadora da Igreja e em articulação com organismos civis e eclesiais.
Atividades: acolhida e escuta de migrantes e refugiados em situação de vulnerabilidade; Orientação sobre documentação, serviços públicos e direitos básicos; Promoção de encontros culturais, formações, celebrações e partilhas entre migrantes e comunidades locais; Articulação com outras pastorais e organismos para o atendimento integral (saúde, alimentação, espiritualidade, trabalho); Defesa de políticas públicas de migração justa e humana.
Breve histórico: a Arquidiocese do Rio de Janeiro na década de 1980 e 1990, realizou uma assembleia presidida por Dom Eugênio de Araújo Sales, para que ocorresse uma ação voltada para idosos, é importante destacar que a Cáritas Arquidiocesana do Rio de Janeiro, ficou responsável pela a coordenação dessa Pastoral por já realizar ações com as pessoas idosas que frequentavam as paróquias. A coordenação ficou com a Cáritas, pois já desenvolvia algumas ações voltadas às pessoas mais idosas que frequentavam as paróquias. Sendo assim, foi criada uma equipe para que cada vicariato tivesse uma pessoa de referência. No ano de 2003 em que a Campanha da Fraternidade foi sobre a 3ª Idade, foi feito um pequeno livro que ajudou na formação das lideranças desta pastoral.
Missão: realizar os encontros semanais, nas paróquias com às pessoas idosas e familiares, através do trabalho voluntário das lideranças.
Objetivo geral: garantir a qualidade de vida e promoção humana, através da dignidade e valorização das pessoas idosas.
Atividades: reuniões e acompanhamentos nas paróquias de cada comunidade para fortalecer a Rede de Solidariedade e a busca pela compreensão de todas as dimensões do envelhecimento (física, psicológica, social e espiritual).
Breve histórico: foi instituída oficialmente a 9 de maio de 1986 pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) como uma das suas Pastorais Sociais. Na Arquidiocese do Rio de Janeiro foi fundada pelo Dr. Carlos Augusto Dias de Almeida.
Missão: defender, promover, preservar, cuidar e celebrar a vida.
Objetivo geral: evangelizar no mundo da saúde, contribuindo para a construção de uma sociedade justa e solidária, a serviço da vida.
Atividades: vão desde a atenção aos doentes até a articulação junto a entidades governamentais responsáveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é importante ressaltar que essa pastoral tem representação no conselho distrital de saúde.
Breve histórico: a Pastoral da Sobriedade da Arquidiocese do Rio de Janeiro foi fundada em 1990 por iniciativa do então Cardeal Arcebispo do Rio, Dom Eugênio de Araújo Sales.
Missão: promover a sobriedade como um estilo de vida e prevenir e recuperar a dependência química
Objetivo geral: oferecer apoio e orientação a pessoas afetadas pelo uso de substâncias psicoativas e promover a cultura da sobriedade.
Atividades: implantar Grupos de Auto Ajuda da Pastoral da Sobriedade nas paróquias e comunidades terapêuticas, formar e capacitar novos agentes da Pastoral da Sobriedade; desenvolver a formação permanente dos agentes capacitados, atuar politicamente junto às forças vivas da comunidade pela exigência da fé, à luz dos ensinamentos de Cristo. Assim como, os grupos propõem um programa de vida nova baseado nos “12 Passos da Pastoral da Sobriedade”, que são baseados na reflexão e vivência de 12 temas bíblicos de conversão.
Breve histórico: a Pastoral da Justiça Restaurativa foi criada para promover uma cultura de paz e reconciliação na Arquidiocese do Rio de Janeiro, alinhada com os princípios do Evangelho e a doutrina social da Igreja. Surgiu em resposta às necessidades de enfrentar conflitos sociais, familiares e comunitários de forma não punitiva, buscando a restauração das relações por meio do diálogo, da escuta e da responsabilidade compartilhada. Desde sua fundação, tem atuado em comunidades, paróquias e instituições, oferecendo alternativas para a resolução pacífica de conflitos e a promoção da justiça social.
Missão: promover a cultura da justiça restaurativa na Arquidiocese do Rio de Janeiro, incentivando o diálogo, a reconciliação e a restauração das relações humanas, com foco na paz, na inclusão e na transformação social, inspirada pelos valores cristãos.
Objetivo geral: Contribuir para a construção de uma sociedade mais justa, solidária e pacífica por meio da aplicação de práticas restaurativas que busquem a reparação dos danos, o respeito às pessoas envolvidas e o fortalecimento dos vínculos comunitários.
Atividades: realização de círculos restaurativos para resolução de conflitos em paróquias, escolas e comunidades; Mediação e facilitação de diálogos entre partes em conflito, promovendo a escuta ativa e a responsabilidade; Formação e capacitação de agentes pastorais, lideranças comunitárias e voluntários em práticas restaurativas; Parcerias com órgãos públicos, instituições sociais e movimentos comunitários para fortalecer redes de apoio.
DADOS QUANTITATIVOS DE ATENDIMENTO | |
Nome da Pastoral | Média de atendimentos anual |
Pastoral da Criança | 9.454 |
Pastoral da Sobriedade | 598 |
Pastoral dos Migrantes | 105 |
Pastoral da Pessoa com Deficiência | 245 |
Pastoral da Saúde | 2.475 |
Pastoral Carcerária | 6.091 |
Pastoral da Terceira Idade | 1.798 |
Pastoral do Trabalhador | 860 |
Pastoral da População de Rua | 5.628 |
Pastoral de Favelas | 4.883 |
Pastoral do Menor | 7.462 |
Pastoral Justiça Restaurativa | 45 |
Pastoral das Domésticas | 20 |
ENTIDADES, MOVIMENTOS E OUTRAS ASSOCIAÇÕES DE FIÉIS
Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro
Missão
Promover a dignidade humana e a justiça social por meio de ações gratuitas, contínuas e planejadas nas áreas de assistência social, educação,saúde, esporte, cultura e defesa de direitos, em consonância com os princípios cristãos, contribuindo para a transformação social e o enfrentamento das desigualdades.
Visão
Ser referência em ação social cristã, reconhecida pela excelência na promoção da cidadania, pelo compromisso com os direitos humanos e pela construção de uma sociedade mais justa, fraterna e solidária, especialmente junto às situações em situação de vulnerabilidade.
Valores
- Compromisso com a dignidade humana
- Justiça social
- Participação social
- Solidariedade
- Transparência e ética
A Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro, frente aos diversos atendimentos sociais que realiza, pauta sua atuação na observância das normativas do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e no respeito aos direitos dos usuários da Política de Assistência Social. Ressaltamos que as atividades sociais realizadas são coordenadas pelo setor Vicariato para a Caridade Social, órgão da Arquidiocese responsável pela promoção de ações sociais com foco da solidariedade cristã, justiça e dignidade humana, coordenado pelo Monsenhor Manuel Manangão.
Atuamos em consonância com o disposto na Política Nacional de Assistência Social (PNAS, 2004), regida pelos princípios de respeito à dignidade do cidadão, igualdade de direitos no acesso ao atendimento, centralidade na família e prevenção de situações de risco, por meio de serviços, programas e projetos.
Em conformidade com a Lei nº 12.101/2009, sancionada em 27 de novembro de 2009, que estabelecia diretrizes para a certificação de entidades beneficentes de assistência social e regulamenta a isenção de contribuições à seguridade social — posteriormente revogada pela Lei Complementar nº 187, de 16 de dezembro de 2021 —, seguimos os novos requisitos legais que regulam a imunidade tributária, com foco em critérios específicos para manutenção da certificação.
Dessa forma, atuamos pela lógica da garantia de direitos, desenvolvendo ações de atendimento, assessoramento e defesa e garantia de direitos. Nossas ações são gratuitas, permanentes, continuadas e planejadas, de acordo com a legislação da assistência social e orientadas por resoluções do Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), como:
- Resolução CNAS nº 109/2009, que trata da Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais e estabelece a necessidade de garantir condições adequadas de ambiente físico, recursos materiais e humanos, além do trabalho social correspondente;
- Resolução CNAS nº 27/2011, que teve como objetivo definir parâmetros claros para distinguir atividades de assessoramento e de defesa de direitos nas organizações sociais, revogada em 13 de fevereiro de 2025 pela Resolução CNAS/MDS nº 182/2025, que amplia e atualiza essas definições.
É imprescindível destacar como a Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro desenvolve suas ações sociais com empenho e responsabilidade, contribuindo diretamente para o enfrentamento da pobreza e das desigualdades sociais. Como entidade comprometida com a garantia de direitos, ocupamos assentos nos seguintes conselhos de controle social:
- Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS);
- Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA);
- Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional do Rio de Janeiro (CONSEA-RIO).
Ao integrar essas instâncias colegiadas, de composição paritária entre governo e sociedade civil, a Mitra atua de forma efetiva na deliberação, normatização e controle das políticas públicas setoriais.
No atual cenário das entidades beneficentes de assistência social, nossas ações estão embasadas em um conjunto normativo próprio, que valoriza a qualidade técnica e política das intervenções sociais, por meio de equipes capacitadas e comprometidas com a transformação da realidade social.
Assim a cada ano, a Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro tem ampliado sua atuação social nas áreas de assistência social, educação, saúde, cultura, esporte, atendimento à pessoa idosa e à pessoa com deficiência, respondendo às diversas demandas de populações historicamente excluídas dos processos de desenvolvimento social e econômico, apesar dos avanços nas políticas públicas.
Nossas ações sociais enfrentam diretamente a extrema pobreza, com ênfase na defesa dos direitos humanos, na dimensão social da cidadania e na articulação com as políticas públicas. Desta forma, a equipe de Assistentes Sociais elaborou Cadernos de Orientações para instrumentalizar os profissionais e lideranças comunitárias, para que executem um procedimento operacional padrão, com foco na qualificação do trabalho social, garantindo que as ações sejam coerentes com as diretrizes do SUAS e centradas nos direitos dos usuários. Abaixo seguem os links sobre as práticas e procedimentos para o atendimento conforme o público atendido:
- Caderno de Orientação para o Trabalho Social com Família [Clique aqui]
- Caderno de Orientação para o Trabalho Social com a Terceira Idade [Clique aqui]
- Caderno de Orientação para o Trabalho Social com População em Situação de Rua [Clique aqui]
Nesse contexto, a Mitra executa as atividades através de uma equipe multidisciplinar formada por Assistentes Sociais, Pedagogos, Psicólogos, Advogados, Educadores Sociais e voluntários, atuando conforme a Resolução CNAS n.º 16/2010, que materializa a Política Nacional de Assistência Social através de uma intervenção comprometida, estratégica e em diálogo constante com a rede socioassistencial e os espaços de controle social.
Conforme apresentado no mapa acima, a Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro desenvolve suas atividades sociais de forma descentralizada, seguindo a lógica da territorialidade prevista na PNAS, atuando em todo o município do Rio de Janeiro por meio de seus 13 Vicariatos Episcopais Territoriais.
TRANSPARÊNCIA
CERTIFICAÇÕES E RECONHECIMENTOS LEGAIS
As entidades e organizações da sociedade civil que atuam com atividades sociais necessitam ter certificações e registros que atestem sua legalidade, transparência e compromisso com a política pública de assistência social. Esses reconhecimentos, previstos na Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) – Lei nº 8.742/1993, garantem que a entidade atue dentro das normas estabelecidas e possa participar efetivamente do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), firmar parcerias com o poder público e acessar benefícios legais.
Confira abaixo os principais certificados e registros conforme a legislação vigente:
- Registro no Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS) – garante que a entidade está alinhada às diretrizes da política pública de assistência social, é renovado anualmente junto ao Conselho Municipal. [Clique aqui]
- Certificação de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS) – Concedida pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), essa certificação isenta a entidade de contribuições sociais patronais (como o INSS), requer comprovação de atuação gratuita na área de assistência social, assim como exige regularidade fiscal, contábil e documental, além do cumprimento de metas sociais. [Clique aqui]
- Registro no Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) – reconhece oficialmente que a entidade atua de forma regular e adequada na promoção, proteção e defesa dos direitos de crianças e adolescentes, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) – Lei nº 8.069/1990. [Clique aqui]
- Cadastro Nacional de Entidades de Assistência Social (CNEAS) – gerido pelo MDS, esse cadastro permite o monitoramento e avaliação das entidades socioassistenciais, é obrigatório para firmar parcerias com a União, acessar fundos públicos e participar de editais federais. [Clique aqui]
- Relatório Anual de Atividades Sociais – apresenta de forma transparente e detalhada, as ações desenvolvidas, evidenciando os projetos realizados, os resultados alcançados. [Clique aqui para ver]
ATIVIDADES SOCIAIS
ASSISTÊNCIA SOCIAL
Os programas, projetos e serviços desenvolvidos pela Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro seguem as diretrizes estabelecidas pelo Sistema Único de Assistência Social (SUAS), em conformidade com a legislação vigente. Assim, desenvolvemos atividades sociais nas modalidades de Atendimento e Assessoramento e Defesa e Garantia de Direitos.
Essas iniciativas são conduzidas por uma equipe técnica especializada, comprometida com a promoção da dignidade humana, a prevenção de vulnerabilidades e o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários.
As ações estão estruturadas de acordo com a Resolução CNAS nº 109/2009, que define a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais, organizando-os em níveis de complexidade a partir de serviços, programas, projetos e benefícios:
- a) Proteção Social Básica
- b) Proteção Social Especial de Média e Alta Complexidade
- c) Programa de Ações de Formação para Mercado de Trabalho
- d) Benefícios Socioassistenciais
Além disso, também atua em consonância com a Resolução CNAS/MDS nº 182, de 13 de fevereiro de 2025, que substitui a Resolução CNAS nº 27/2011, trazendo diretrizes, parâmetros e critérios para a execução das ações de assessoramento e de defesa e garantia de direitos no âmbito da Assistência Social. Essas ações compõem os serviços socioassistenciais oferecidos de forma continuada e planejada, com foco na promoção da cidadania, na autonomia dos sujeitos e no fortalecimento de vínculos familiares e comunitários.
A seguir, apresentamos nossas atividades sociais que compõem os programas de atendimento e assessoramento, desenvolvidos em diversos territórios da cidade do Rio de Janeiro.
Programa de atendimento
A Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro desenvolve ações nos três níveis de proteção previstos no Sistema Único de Assistência Social (SUAS):
- Proteção Social Básica – destina-se às pessoas que ainda não tiveram seus direitos violados, mas que estão expostas a riscos sociais que podem levar a violações.
- Proteção Social Especial de Média Complexidade – destinados para pessoas que enfrentam violação de direitos, mas sem a necessidade de afastamento do convívio familiar e comunitário.
- Proteção Social Especial de Alta Complexidade – destinados para pessoas que tiveram os vínculos familiares e comunitários rompidos ou fragilizados, e que, por isso, necessitam de acolhimento institucional, familiar ou outra forma de proteção integral, em caráter provisório.
PROJETOS SOCIAIS
Atividade: estimular o aprimoramento de potencialidades culturais e educacionais com ênfase nos valores artísticos e históricos, através de atividades educativas, culturais, socializantes, recreativas e esportivas, ambientais, nutricionais com ênfase no protagonismo. Possibilita também às crianças e adolescentes acesso ao mercado de trabalho, além de auxiliar no desempenho escolar. Este serviço tem como foco a constituição de espaço de convivência, formação para a participação social e cidadania, desenvolvimento do protagonismo e da autonomia das crianças e dos adolescentes, a partir dos interesses, demandas e potencialidades dessa faixa etária. As intervenções devem ser pautadas em experiências lúdicas, culturais e esportivas como formas de expressão, interação, aprendizagem, sociabilidade e proteção social, atividades socioeducativas: apoio pedagógico, cultura digital, esporte e lazer. As atividades são ofertadas no contraturno escolar.
Público-alvo: crianças e adolescentes de 6 a 17 anos, escolaridade ensino fundamental I e II e ensino médio.
Quantidade de pessoas atendidas: 1.680 crianças e adolescentes.
Equipe responsável: Pastoral do Menor
Atividade: atuar em parceria com o Ministério da Defesa, as Forças Armadas — Exército Brasileiro, Marinha do Brasil, Força Aérea Brasileira — por meio do programa federal Forças no Esporte/PROFESP, e com a Secretaria Municipal de Assistência Social/ SMAS-PCRJ, no desenvolvimento dos Serviços de Proteção e Atendimento Integral à Família — PAIF e de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV). São desenvolvidas as seguintes atividades como grupos reflexivos com as crianças e adolescentes com equipe do Serviço Social, esporte, alimentação, informática, atividades culturais, ações com os agentes da Pastoral do Menor, visitas institucionais, parcerias, reuniões com as famílias.
Público-alvo: Crianças e adolescentes de 7 a 18 anos, com escolaridade do ensino fundamental I e II e ensino médio.
Quantidade de pessoas atendidas: 2.403 crianças e adolescentes
Equipe responsável: Pastoral do Menor
Atividade: promove conhecimento e acesso digital para crianças e adolescentes, desenvolvendo competências técnicas e sociais por meio de formação tecnológica da informação e comunicação, a fim de diminuir a condição de vulnerabilidade social de crianças, adolescentes e suas famílias, oferece formação que contribua para o empoderamento digital. São utilizados cursos em letramento digital, modelagem de aplicativos, pensamento computacional e tecnologias exponenciais. Temas transversais para estas crianças, adolescentes e jovens formados no pacote Office (Windows, Word, Excel, PowerPoint e Internet) e cursos expressos (Smartphone, Skype, Gimp, Audacity, Inkspace, Digitação, Redes Sociais, Access, Publisher, Movie Maker, Aplicativos, Hora do Código e iniciação à programação). Em convênio com a Fundação para a Infância e Adolescência (FIA), também oferece conteúdo de Português, Matemática, Informática e Empreendedorismo do PTPA (Programa de Trabalho Protegido na Adolescência), com formação de adolescentes para o trabalho.
Público-alvo: Crianças e adolescentes de 10 a 18 anos, do ensino fundamental I e II e ensino médio de comunidades periféricas.
Quantidade de pessoas atendidas: 2.552 adolescentes e jovens.
Equipe responsável: Pastoral do Menor
Atividade: Desenvolver ações que contribuam para a defesa e garantia de direitos humanos, através de sua rede intersetorial nos territórios dos vicariatos, articula ações socioassistenciais com projetos sociais nas paróquias, contribuindo com políticas públicas. O programa busca adequar essas ações ao paradigma da Política Nacional de Assistência Social (PNAS), promovendo inclusão social e produtiva. As ações são gratuitas, continuadas e planejadas, com foco na redução da desigualdade social, valorizando a dignidade humana e defendendo os direitos de todos os cidadãos.
Público-alvo: Indivíduos e famílias em situação de vulnerabilidade social.
Quantidade de pessoas atendidas: 1.104.842 pessoas, com escolaridade de ensino fundamental I, em sua maioria mulheres chefes de famílias.
Equipe responsável: Serviço Social
Atividade: promover um ambiente inclusivo e de suporte para diversos grupos vulneráveis, através de projetos que atendem às necessidades específicas de cada faixa etária, oferecendo programas educacionais, culturais e de assistência social que visam o desenvolvimento integral dos indivíduos, através atividades que estimulam a aprendizagem, a expressão cultural e o bem-estar social. Assim oferecemos 29 subprojetos de atendimentos voltados para gestantes, crianças, adolescentes, adultos, idosos e pessoas com deficiência, acolhendo os mais vulneráveis e preparando-os para o futuro. As atividades incluem pré-vestibular, jovem aprendiz, educação continuada, capoeira, karatê, SOS mães atípicas, oportunidades PCD, creche, atendimento jurídico, serviço social, nutrição, fonoaudiologia e psicologia, entre outros.
Público-alvo: Crianças, adolescentes, gestantes, adultos, idosos e pessoas com deficiência.
Quantidade de pessoas atendidas: 1.129 pessoas atendidas.
Equipe responsável: NAECAS
Atividade: promover a saúde e o bem-estar dos idosos através de atividades físicas e cognitivas, e assim, empoderar os idosos para que possam viver de forma autônoma e independente através da socialização e integração na comunidade que oportuniza o acesso à educação, o desenvolvimento pessoal e o apoio e orientação aos cuidadores e aos familiares.
Público-alvo: Pessoas com 60 anos ou mais, em situação de vulnerabilidade e que necessitam de atenção especial para garantir seus direitos e qualidade de vida.
Quantidade de pessoas atendidas: 150 pessoas idosas.
Equipe responsável: NAECAS
Atividade: proporcionar oportunidades de aprendizagem profissional a adolescentes e jovens por meio de um projeto técnico-profissional com duração de 16 meses, que integra formação teórica e prática. A iniciativa visa facilitar o ingresso qualificado no mercado de trabalho, aliando o desenvolvimento de competências profissionais à experiência prática supervisionada. As atividades desempenhadas pelos jovens aprendizes variam conforme a área e o segmento da organização onde atuam, podendo incluir: rotinas administrativas, operacionais, comerciais e técnicas, além de ações voltadas ao desenvolvimento pessoal e profissional. Entre as principais atribuições estão: organização e arquivamento de documentos, manutenção e ordenação do ambiente de trabalho, controle e registro de informações, participação em treinamentos e workshops internos, apoio em processos técnicos específicos, elaboração de relatórios e recebimento de feedbacks periódicos sobre desempenho e evolução.
Público-alvo: adolescentes e jovens de 16 a 29 anos em busca de oportunidade de emprego.
Quantidade de pessoas atendidas: 300 adolescentes e jovens.
Equipe responsável: Pastoral do Menor
Atividade: desenvolver ações integradas para o atendimento de crianças e adolescentes em situação de rua, por meio da articulação de uma rede intersetorial de serviços que promova sua inclusão social, com foco no fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários. O projeto é implementado em parceria com o poder público, comércio local e iniciativas comunitárias, assegurando a realização de trabalho social de abordagem e busca ativa, com atenção especial à identificação de situações de trabalho infantil e exploração sexual.
As atividades são desenvolvidas em um ônibus adaptado com recursos pedagógicos e tecnológicos, que percorre os territórios realizando atendimentos diretos em espaços públicos. As ações incluem oficinas de informática, capoeira, jogos educativos, atividades culturais, atendimentos sociais individualizados e visitas domiciliares, com o objetivo de promover a reintegração social e garantir o acesso de crianças e adolescentes em situação de rua aos seus direitos fundamentais.
Público-alvo: Crianças e adolescentes em situação de rua.
Quantidade de pessoas atendidas: 598 crianças e adolescentes
Equipe responsável: Pastoral do Menor
Atividade: oferecer apoio a famílias atingidas por enchentes, incêndios e outras calamidades no Município do Rio de Janeiro, com ações emergenciais e articuladas com a rede socioassistencial. O atendimento é realizado por meio das paróquias, que atuam como pontos de apoio e acolhimento, oferecendo suporte imediato às vítimas. As ações incluem: acolhimento humanizado, escuta qualificada, distribuição de cestas básicas, kits de higiene, água potável, roupas e colchões; além do encaminhamento para serviços públicos como CRAS, CREAS, Defensoria Pública e serviços de saúde. Em casos de perda total ou parcial da moradia, as paróquias também são utilizadas como alojamentos temporários, oferecendo abrigo seguro e digno até que soluções permanentes sejam viabilizadas pelos órgãos competentes. Além do atendimento emergencial, é realizada, levantamento das perdas materiais, apoio na regularização de documentos e acesso aos benefícios eventuais previstos na Política de Assistência Social, como aluguel social, auxílios emergenciais e inserção em programas habitacionais. Essa iniciativa reforça a importância da atuação em rede, da solidariedade e da presença da Igreja como agente de apoio e proteção à população em situação de vulnerabilidade decorrente de desastres socioambientais.
Público-alvo: Indivíduos e famílias atingidos por situações de emergência e calamidade pública, com escolaridade de ensino fundamental I ao ensino superior.
Quantidade de pessoas atendidas: 927 famílias (total de 3.708 pessoas)
Equipe responsável: Serviço Social
Atividade: a iniciativa busca suprir, de forma emergencial e estratégica, as necessidades básicas dessas famílias, especialmente em contextos onde há ausência, insuficiência ou descontinuidade das políticas públicas. As ações incluem a entrega de cestas básicas, refeições prontas, kits de higiene pessoal, roupas, fraldas, cobertores e medicamentos — a depender da demanda e da realidade apresentada. Além da resposta material imediata, o projeto realiza acolhimento social, escuta qualificada e orientação para o acesso a direitos. As ações são registradas em fichas de atendimento socioassistencial padronizadas, o que permite o mapeamento das demandas territoriais e o planejamento de respostas mais estruturadas. O projeto atua ainda como importante porta de entrada para outras ações da rede paroquial, como cursos de qualificação profissional, atendimento psicossocial, apoio jurídico e atividades de convivência e fortalecimento de vínculos.
Público-alvo: Indivíduos e famílias em situação de insegurança alimentar e vulnerabilidade temporária com escolaridade de ensino fundamental I ao ensino superior.
Quantidade de pessoas atendidas: 29.200 pessoas.
Equipe responsável: Serviço Social
A Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro atua desde 2011 com formação continuada e assessoramento, contribuindo para o fortalecimento da participação cidadã, autonomia e protagonismo de usuários, grupos populares, movimentos sociais e organizações da sociedade civil, com foco na participação social, capacidade técnica e estratégica, qualificação e capacitação, monitoramento e avaliação e soluções para dificuldades operacionais. Este programa é desenvolvido pela equipe de assistentes sociais, que também são responsáveis pela atualização do banco de dados (www.social-paroquias.org.br) com informações sobre a rede de ações sociais da Mitra nas áreas de assistência social, educação e saúde desenvolvidos por vicariatos e foranias das paróquias e capelas e das redes parceiras, e assim contribuir para a articulação do trabalho de promoção social e humana.
Desta forma, ofertamos atividades gratuita e conforme as diretrizes da Resolução CNAS/MDS nº 182/2025 que incluem:
- Assessoramento político, técnico, administrativo e financeiro
- Sistematização e disseminação de projetos inovadores de inclusão cidadã,
- Promoção da defesa e direitos já estabelecidos através de distintas formas de ação e reivindicação na esfera política e no contexto da sociedade
Nesta perspectiva desenvolvemos um Programa de Assessoramento executado pelos Assistentes Sociais, de forma, dinâmica e inovadora de trabalho social com um cunho socioeducativo, capaz de auxiliar no incentivo da participação comunitária. Através deste QRcode (portifólio SESO) você pode conhecer melhor o nosso trabalho, que tem como critério de elegibilidade atender às solicitações do Clero, gestores e técnicos de entidades sociais e de lideranças comunitárias que atuam em territórios de baixa renda, assim como, órgãos públicos e entidades parceiras, com o objetivo de viabilizar estratégias para reconhecimento do pertencimento em âmbito local, com ênfase ao fortalecimento destes territórios, das entidades e organizações quanto ao seu planejamento, captação de recursos, gestão, monitoramento e avaliação. Abaixo as atividades sociais desenvolvidas no programa de assessoramento:
Atividade: oferecer assessoria técnica especializada a gestores e técnicos das entidades beneficentes de assistência social, com foco na inscrição, regularização e manutenção da situação cadastral junto ao Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS) e na obtenção da Certificação de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS) junto ao CNAS. Além disso, busca-se discutir e aprofundar temas estratégicos que contribuam para a qualificação dos serviços, programas e projetos ofertados pelas organizações, promovendo maior efetividade e impacto social. Com foco na qualificação da gestão, no fortalecimento da rede e na ampliação da interlocução com o poder público. As ações incluem visitas in loco, realização de reuniões com gestores e equipes técnicas, elaboração de diagnóstico social da entidade, e apoio no recrutamento e seleção de profissionais qualificados. Além disso, é realizada uma escuta ativa das demandas institucionais, visando fortalecer a identidade e a missão das organizações sociais no território.
Público-alvo: gestores e técnicos de entidades beneficentes sociais com escolaridade de nível médio e superior.
Quantidade de pessoas atendidas: 60 representantes de entidades beneficentes.
Equipe responsável: Serviço Social
Atividade: fortalecer e qualificar lideranças comunitárias como referências positivas em seus territórios, especialmente em contextos marcados por profundas desigualdades sociais. O curso tem como finalidade ampliar o conhecimento sobre direitos sociais, políticas públicas, rede de proteção, diagnóstico social participativo e relações interpessoais, promovendo o desenvolvimento de ações sociais mais eficazes e sustentáveis. Busca ainda incentivar a articulação com a rede socioassistencial, promovendo a defesa de direitos e a construção de soluções coletivas para os desafios enfrentados pelas comunidades. O curso de mobilização e capacitação de lideranças comunitárias é uma formação continuada estruturada em 10 encontros, realizados de forma descentralizada nos territórios. A proposta aborda temáticas essenciais como identidade, participação social, diagnóstico territorial, fortalecimento de redes, papel da família e elaboração de plano de ação comunitário. A formação visa ampliar o acesso ao conhecimento, a métodos e estratégias de intervenção social, promovendo a compreensão sobre a importância da participação cidadã e o fortalecimento do protagonismo das lideranças locais. As lideranças são incentivadas a atuar como agentes de transformação social, com capacidade para reivindicar direitos, articular com a rede socioassistencial e ocupar espaços de controle social, sempre em favor do interesse coletivo.
Público-alvo: Gestores, técnicos, lideranças comunitárias e agentes de pastorais atuantes no município do Rio de Janeiro, majoritariamente mulheres com escolaridade até o Ensino Fundamental incompleto.
Quantidade de pessoas atendidas: 80 lideranças comunitárias capacitadas.
Equipe responsável: Serviço Social
Atividade: promover espaços de diálogo qualificado que fortaleçam a participação social, ampliem o conhecimento das lideranças comunitárias sobre direitos e políticas públicas, e incentivem a articulação com a rede socioassistencial. As rodas de conversa temáticas ocorrem a partir das demandas identificadas nos territórios, abordam temas relevantes para a realidade local, promovendo um espaço de escuta, diálogo e troca de experiências entre lideranças comunitárias, profissionais das paróquias e demais agentes sociais. A iniciativa visa estimular o protagonismo das lideranças, contribuindo para sua atuação nos espaços de controle social e na defesa dos direitos da população em situação de vulnerabilidade.
Público-alvo: Agentes de pastorais, lideranças comunitárias, clero e profissionais das paróquias — principalmente mulheres com escolaridade entre o Ensino Fundamental incompleto e Ensino Superior.
Quantidade de pessoas atendidas: 350 lideranças comunitárias.
Equipe responsável: Serviço Social
Atividade: capacitar agentes das paróquias para atuarem nos Núcleos Comunitários de Proteção e Defesa Civil (NUPDEC), fortalecendo a cultura da prevenção de desastres e promovendo a articulação entre a comunidade e os órgãos públicos, a fim de garantir respostas rápidas e eficazes em situações de emergência, especialmente em territórios mais vulneráveis. Esta formação foi realizada em parceria com a Subsecretaria Municipal de Defesa Civil.
Público-alvo: agentes de pastorais, lideranças comunitárias, clero e profissionais que atuam ou vivem em áreas de risco (enchentes, deslizamentos ou incêndios), com predominância de mulheres com escolaridade entre Ensino Fundamental incompleto e Ensino Superior.
Quantidade de pessoas atendidas: 310 lideranças comunitárias.
Equipe responsável: Serviço Social
Atividade: capacitar lideranças comunitárias para que possam identificar as necessidades sociais de suas comunidades, articular-se com a rede socioassistencial e elaborar planos de ação que fortaleçam os projetos sociais locais. Também incentiva a participação ativa dessas lideranças nos conselhos de direitos, visando o fortalecimento da inclusão social e o protagonismo comunitário na promoção e garantia dos direitos.
Público-alvo: Agentes de pastorais, lideranças comunitárias, clero e profissionais atuantes nas paróquias, em sua maioria mulheres com escolaridade entre o Ensino Fundamental incompleto e Ensino Superior.
Quantidade de pessoas atendidas: 292 lideranças comunitárias.
Equipe responsável: Serviço Social
Atividade: desenvolver ações fundamentadas em diagnóstico social detalhado e mapeamento das necessidades específicas de cada território, especialmente nos vicariatos. O projeto promove a articulação em rede, incluindo rodas de conversa, cursos, fóruns e a formação de parcerias estratégicas com órgãos públicos, instituições privadas e a comunidade local. E assim, fortalecer o trabalho social realizado nas paróquias, garantindo respostas efetivas às demandas locais, com ênfase especial na população na Rede de atendimento à população em situação de rua.
Público-alvo: Agentes de pastorais, lideranças comunitárias, técnicos de instituições filantrópicas, privadas e representantes de órgãos públicos.
Quantidade de pessoas atendidas: 100 participantes.
Equipe responsável: Serviço Social
Atividade: capacitar gestores, lideranças comunitárias, voluntários e técnicos da proteção social especial de alta complexidade para uma atuação qualificada, ética e humanizada junto à população em situação de rua, contribuindo para a efetivação de direitos e o fortalecimento da rede de atenção. Este curso de formação continuada, este curso é estruturado em módulos temáticos: políticas públicas para a população em situação de rua, saúde mental, trabalho e geração de renda, direitos humanos e cidadania, habitação e acesso a programas sociais. A metodologia é através, rodas de conversa para troca de experiências, estudos de caso e análise de práticas, oficinas participativas, aulas expositivas com especialistas convidados da rede socioassistencial, saúde, habitação e movimentos sociais.
Público-alvo: Gestores, agentes de pastorais, lideranças comunitárias, voluntários e técnicos da proteção social especial de alta complexidade, em sua maioria mulheres com escolaridade entre Ensino Fundamental incompleto e Ensino Superior.
Quantidade de pessoas atendidas: 60 participantes.
Equipe responsável: Serviço Social
Atividade: o projeto Habitação Direito de Todos tem como objetivo defender e garantir o direito à moradia digna para indivíduos e famílias em situação de vulnerabilidade habitacional, especialmente aqueles oriundos de ocupações urbanas ou atingidos por perdas de imóveis devido a remoções forçadas, calamidades ou outras emergências sociais. A ação se desenvolve por meio de: levantamento e registro das perdas habitacionais, encaminhamento para regularização documental, participação ativa em audiências públicas, reuniões com órgãos públicos e espaços de controle social, acompanhamento jurídico individual e coletivo, articulação com políticas públicas de habitação, assistência social e direitos humanos. Desta forma, contamos com advogada especializada em direito à moradia, assistentes sociais, lideranças comunitárias, agentes de pastorais sociais, técnicos da defensoria pública e voluntários e apoiadores locais.
Público-alvo: Indivíduos e famílias provenientes de ocupações urbanas, atingidas por remoções forçadas e vítimas de calamidades e perdas habitacionais
Quantidade de pessoas atendidas: 50 pessoas atendidas diretamente.
Equipe responsável: Pastoral da Moradia e Favelas
INFORMAÇÕES DE CONTATOS
PASTORAL DE MORADIA E FAVELAS
Telefone: (21) 3916-3150
E-mail: past.fav@arqrio.org.br
Facebook: @pastoraldefavelas
PASTORAL DO MENOR
Telefone: (21)3916-3130
E-mail: pastoraldomenor@arquidiocese.org.br
Site: www.pastoraldomenor.com.br
NAECAS
Telefone: (21) 98016-0797
E-mail: naecassocial2016@gmail.com
Instagram: @naecas
SERVIÇO SOCIAL
Telefone: (21) 2262-8094
E-mail: servicosocial@arquidiocese.org.br
PARCEIROS
Nossos projetos e ações contam com o apoio e a colaboração de importantes instituições públicas, privadas e da sociedade civil, que caminham conosco na promoção da cidadania, da dignidade e da justiça social. Acreditamos que a transformação social é construída em rede.
Adveniat: apoio internacional a projetos de desenvolvimento social e pastoral.
Subsecretaria Municipal da Defesa Civil: parceria em ações de prevenção e atendimento a situações de emergência.
Cáritas Arquidiocesana do Rio de Janeiro: colaboração em iniciativas voltadas à assistência e promoção humana.
Centro de Defesa da Criança e do Adolescente – CEDECA: atuação conjunta na proteção dos direitos de crianças e adolescentes.
Comitê Gestor Municipal de Política Pública para Erradicação do Sub-Registro Civil e Ampliação do Acesso à Documentação Básica: Parceria em ações de documentação civil básica para populações vulneráveis.
Consultório na Rua: apoio à população em situação de rua com enfoque em saúde pública e cidadania.
Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro: colaboração na garantia de direitos e acesso à justiça.
FIA – Fundação para Infância e Adolescência: financiamento de projetos voltados ao desenvolvimento e proteção de crianças e adolescentes.
Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica): apoio em projetos esportivos e educativos voltados para adolescentes, promovendo disciplina, trabalho em equipe e inclusão social através do esporte.
Fundação Leão XIII: apoio a programas sociais e de documentação civil.
Grupo DASA: parceria na área de saúde e acesso a exames laboratoriais.
Rede D’Or: parceria estratégica na área da saúde, com apoio a atendimentos e projetos de promoção da saúde comunitária.
Secretaria Municipal de Assistência Social: parceria na execução de políticas públicas de assistência e desenvolvimento social.
Shopping Leblon: apoio institucional e logístico a campanhas solidárias e eventos sociais.
Wilson Sons: apoio a iniciativas sociais e comunitárias, com foco em responsabilidade social corporativa.
SANTUÁRIO ARQUIDIOCESANO CRISTO REDENTOR
Atuação em ações sociais e comunitárias de grande impacto
O Cristo Redentor é um dos principais símbolos do Brasil e uma das sete maravilhas do mundo moderno. Localizado no topo do Morro do Corcovado, no Rio de Janeiro, o monumento de 38 metros de altura com braços abertos representa a fé, a paz e a hospitalidade do povo brasileiro.
Em 1931, foi construída com apoio da Igreja Católica e de doações populares. Projetado pelo engenheiro brasileiro Heitor da Silva Costa, com colaboração do artista francês Paul Landowski, o Cristo foi inaugurado em 12 de outubro daquele ano, tornando-se um marco religioso, cultural e turístico.
Além de seu valor espiritual, o Cristo Redentor é também símbolo de inclusão social, acolhimento e ação solidária. Em 2006, foi consagrado como Santuário Arquidiocesano e, em 2007, eleito uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo. Desde então, recebe milhões de visitantes do Brasil e do mundo, sendo um ponto de encontro entre fé, cultura e cidadania.
Objetivo geral: executar iniciativas sociais que promovam uma sociedade mais justa e sustentável em todo o Estado do Rio de Janeiro.
Atividades sociais: desenvolvidas através do eixo Cidadania, que busca atuar na promoção da dignidade e inclusão de pessoas em situação de vulnerabilidade social. O foco é resgatar a cidadania de indivíduos em risco, oferecendo acesso a direitos básicos e fortalecendo a autonomia dos participantes, para que se tornem protagonistas da transformação em suas vidas e assim, o acesso aos direitos civis, políticos e sociais, com foco na inclusão social e dignidade humana. Desta forma desenvolvemos as atividades sociais destacadas abaixo:
“O Cristo desce a montanha para fazer o bem.” — Padre Omar Raposo
O Setor Cristo Sustentável tem como objetivo promover a integração entre a fé, a cidadania e o cuidado com a criação, atuando como o braço social, ambiental, econômico e cultural do Santuário Arquidiocesano Cristo Redentor. Criado em 2012, o setor é guiado pela missão de “fazer o bem”, levando o símbolo do Cristo Redentor para além do monumento, em ações concretas que beneficiem a sociedade e o planeta.
Inspirado pelos princípios da Agenda 2030 da ONU e alinhado aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), o Setor desenvolve projetos, programas e campanhas que visam a promoção da justiça social, a preservação ambiental, o fortalecimento da economia solidária e a valorização da cultura. Assim, o Cristo Redentor se torna não apenas um ícone religioso e turístico, mas também um agente ativo na construção de um mundo mais justo, sustentável e fraterno.
A Ação de Amor atende em média anualmente 8.096 pessoas, este projeto é uma iniciativa itinerante que leva esperança e dignidade a comunidades periféricas do Rio de Janeiro por meio de grandes mutirões sociais. Realizada em parceria com diversas instituições públicas e privadas, a ação oferece, em um único local, serviços essenciais nas áreas de assistência social, saúde, cultura e sustentabilidade, facilitando o acesso da população em situação de vulnerabilidade a direitos básicos. Com uma estrutura organizada e acolhedora, a Ação de Amor transforma espaços comunitários em verdadeiros polos de cidadania, promovendo inclusão, bem-estar e fortalecimento dos laços sociais. Assim, realizamos projeto itinerante de mutirão social e solidário que leva serviços gratuitos de cidadania, saúde, beleza, cultura e sustentabilidade às comunidades mais vulneráveis do estado do Rio de Janeiro. Abaixo as atividades desenvolvidas:
- Mutirão social em paróquias de áreas vulneráveis com serviços como:
- Retirada de documentos
- Atendimento de saúde (clínico, odontológico, ginecológico, exames rápidos, vacinação
- Serviços de beleza (corte de cabelo, design de sobrancelhas, maquiagem)
- Oficinas culturais e ambientais
- Encaminhamento para serviços públicos e instituições parceiras
Público-alvo: Pessoas em situação de vulnerabilidade social e econômica em regiões com baixo IDH.
Parcerias: DETRAN, SINE, FAETEC, Defensoria Pública, Marinha do Brasil, Subsecretaria da Mulher, Pastoral Carcerária, Cáritas, entre outras.
O projeto Banho de Amor atende em média anualmente 19.072 pessoas, com o objetivo de promover a inclusão social e o resgate da dignidade humana da população em situação de rua, especialmente na região do entorno da Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro, por meio do acesso à higiene pessoal e saúde. O projeto visa oferecer banhos humanizados, contribuindo para a redução de doenças de pele e outras condições infecciosas, além de proporcionar acolhimento, escuta e encaminhamento a instituições de desintoxicação e abrigos ligados à Igreja, promovendo a reinserção digna dessas pessoas na sociedade. Este projeto desenvolve ação de acolhimento e cuidado para a população em situação de rua conforme dados abaixo:
- Acolhida e escuta;
- Banhos;
- Atendimento social;
- Distribuição de itens de higiene e roupas.
O projeto “Cristo, Eu Quero Doar” em média anualmente doa mais de 5 toneladas de alimentos, tem como principal objetivo mobilizar a solidariedade por meio de uma campanha contínua de arrecadação e distribuição de doações, realizada especialmente em datas significativas do calendário litúrgico e social, assim como nas situações de calamidades e emergências devido às mudanças climáticas. A iniciativa também organiza as doações espontâneas recebidas pelo Santuário do Cristo Redentor, assegurando que esses recursos cheguem de forma eficiente às instituições e às pessoas em situação de maior vulnerabilidade.
Por meio da atuação do Centro de Armazenamento e Distribuição de Doações (C.A.D.D.), o projeto realiza a triagem e distribuição de alimentos, roupas, produtos de higiene e itens emergenciais, beneficiando diretamente mais de 100 instituições sociais em todo o estado do Rio de Janeiro.
Nome da Campanha | Resultados / Impacto |
Campanha Volta às Aulas Solidária | 1.997 mochilas entregues a estudantes |
Campanha de Chocolates | Aproximadamente 1.000 crianças atendidas |
Campanha Clássico é Brincar | 7.333 brinquedos e livros arrecadados e doados |
Campanha do Agasalho 2024 | 80 kg de agasalhos e 8 toneladas de alimentos arrecadados |
Cristo Redentor SOS Rio Grande do Sul | 2,3 milhões de pessoas impactadas (atendimento emergencial) |
Parceiros: Obra Social Leste Um O Sol, SESC, SENAC, Instituto PHI, Colo de Mãe, Vicariato Episcopal para a Caridade Social da Arquidiocese.
O Santuário Arquidiocesano Cristo Redentor, símbolo maior da fé e da cultura brasileira, acredita que a espiritualidade deve caminhar de mãos dadas com a justiça social. Por isso, abre suas portas, com carinho e propósito, às instituições sociais por meio da Visita Solidária — uma iniciativa que reforça o compromisso do Santuário com a redução das desigualdades e o direito de todos à vivência cultural, religiosa e turística em um dos marcos mais emblemáticos do Brasil. Dentro desse programa de inclusão e valorização da memória.
O monumento do Cristo Redentor é iluminado em apoio a causas sociais e ambientais, tornando-se um símbolo visível de solidariedade e mobilização. O foco são temas voltados para o social conforme os citados:
- Saúde materno-infantil
- Povos Originários
- Empoderamento feminino
- Outubro Rosa
- Inclusão de pessoas com deficiência
- Direitos das crianças e adolescentes
O projeto Cristo Redentor Abraça as Entidades Sociais é uma iniciativa permanente que tem como objetivo fortalecer instituições sociais por meio de apoio direto e contínuo, contribuindo para a promoção da transformação social concreta que atende 100 entidades sociais. A proposta busca ampliar a rede de solidariedade do Santuário do Cristo Redentor, mobilizando recursos, voluntários e parcerias para gerar impactos reais na vida de pessoas em situação de vulnerabilidade.
Entre seus principais objetivos, estão oferecer capacitação e suporte técnico às entidades sociais, fortalecendo sua gestão, comunicação e atuação em rede, além de estimular a cultura da doação e da responsabilidade social. O projeto também visa dar visibilidade às causas sociais, utilizando o Cristo Redentor como símbolo de mobilização, sensibilização e inspiração para toda a sociedade.
EDUCAÇÃO
A educação na primeira infância é um dos pilares centrais do trabalho desenvolvido pela Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro, com foco na educação infantil, a instituição atua por meio da gestão de creches comunitárias totalmente gratuitas, que oferecem cuidado, proteção e atividades pedagógicas a crianças de 0 a 5 anos, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade social, respeitando os princípios da Política Nacional de Educação Infantil, da Política Nacional de Assistência Social (PNAS), do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e do Marco Legal da Primeira Infância.
As Creches Comunitárias são espaços educativos que aliam educação, cuidado e proteção social, atuando na formação integral das crianças e no fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários. Esses projetos são voltados para o atendimento de crianças de 0 a 5 anos, oriundas de famílias em situação de vulnerabilidade socioeconômica, residentes em comunidades periféricas e com pouco acesso a equipamentos públicos.
As atividades desenvolvidas nas creches estão fundamentadas nos princípios da Educação Infantil como primeira etapa da Educação Básica, respeitando o tempo, o ritmo e as necessidades de cada criança. A proposta pedagógica busca promover o desenvolvimento físico, emocional, cognitivo, social e cultural em um ambiente seguro, acolhedor e afetivo, onde o brincar é reconhecido como linguagem essencial da infância, para tal contamos com uma equipe multiprofissional (Diretora, Coordenadora Pedagógica, Profissional de Educação Especial, Professora, Auxiliar de Creche, Merendeira e Auxiliar de serviços gerais). Desta forma, os nossos objetivos são:
- Assegurar o direito à educação e ao cuidado das crianças na primeira infância;
- Promover o desenvolvimento integral em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social;
- Oferecer suporte às famílias, especialmente mulheres chefes de família, possibilitando sua inserção no mundo do trabalho e o fortalecimento da função protetiva familiar;
- Contribuir para a prevenção de situações de negligência, violência e exclusão, atuando de forma intersetorial com as áreas da saúde, assistência social e cultura;
- Garantir a segurança alimentar e nutricional, por meio de refeições balanceadas e acompanhamento nutricional;
- Garantir o acesso gratuito e universal a um serviço essencial para a primeira infância.
NOSSAS CRECHES CREDENCIADAS
Paróquia | Creche | Endereço |
Apóstolo São Pedro | Creche Apóstolo São Pedro | R. Antônio Saraiva, 23 – Cavalcante |
Bom Jesus | Casulo Bom Jesus | Av. Brás de Pina, 181 – Penha |
Divino Salvador | Mãe do Divino Salvador | R. Divino Salvador, 153 – Piedade |
Nossa Senhora da Conceição Aparecida | Creche Nossa Senhora Aparecida | R. Ferreira de Andrade, 103 – Cachambi |
Nossa Senhora de Guadalupe | Lar da Criança Jesus Bom Pastor | Trav. Chiapas, s/n – Inhaúma |
Nossa Senhora de Nazaré | Dom Guanella | Praça N. Sra de Nazaré, 18 – Anchieta |
Nossa Senhora Senhora do Sagrado Coração | São Paulo Apóstolo | R. Barão, 807 – Praça Seca |
Santa Rita de Cássia | Sagrada Família | Av. Mariana, 12 (Vila Santa Rita) – Campo Grande |
Santíssima Trindade | Obra Social Pe Aleixo | R. Senador Vergueiro, 141 – Flamengo |
Santo Antônio do Quitungo | Sagrado Coração de Maria | Est. Do Quitungo, 1265 – Brás de Pina |
São Cosme e São Damião | São Cosme e São Damião | R. Leopoldo, 434 – Andaraí |
São João Evangelista | São Jorge | Est. Do Cabuçu, 3036 – Campo Grande |
São Marcos | Rita Alexandrina Ferreira Raimunda Nonata | Praça Embaixador Gualberto de Oliveira, 10 (Condomínio Barra Sul) – Barra da Tijuca |
São Pedro Apóstolo | Jardim Pedra Azul São João Batista | R. Belchior da Fonseca, 301 – Pedra de Guaratiba |
São Rafael Arcanjo | Casulo São Rafael Arcanjo | R. Petrolândia, s/n – Vista Alegre |
São Sebastião | Centro Past. Justino Russolillo | R. Paranapanema, 377 – Olaria |
Paróquia São José | Chapeuzinho Marrom | Instituto Mission. Comunhão e Participação |
PARCERIA
Secretaria Municipal de Educação