Vicariato Leopoldina realiza assembleia vicarial do Sínodo sobre as Missões

Em comunhão e unidade com a Arquidiocese do Rio de Janeiro, o Vicariato Episcopal Leopoldina se reuniu na Basílica Santuário Nossa Senhora da Penha, na Penha, no dia 9 de dezembro, para realizar a etapa vicarial do Sínodo Arquidiocesano sobre as Missões.

Segundo o vigário episcopal do Vicariato Leopoldina, cônego Alberto Gonzaga de Almeida, a assembleia vicarial aconteceu após os temas para a “Escuta Sinodal” serem realizados nas paróquias. Os quatros temas são: “Encontro com Cristo”; “Vida Comunitária, fraterna e acolhedora”; “Anúncio, querigma, saída missionária”; e “Serviço cristão à sociedade, testemunho público”.

“Trabalhamos, no primeiro momento, em nossas comunidades paroquiais, juntamente com as pastorais, os quatro temas apresentados pela nossa Igreja do Rio de Janeiro. Houve muitas reflexões e bons frutos”, disse.

O evento teve início com Santa Missa presidida pelo bispo animador do vicariato, Dom Joel Portella Amado, seguida dos trabalhos. Estavam presentes representantes de 44 paróquias, mais o Santuário da Penha. O Vicariato Leopoldina tem 67 sacerdotes e mais 46 diáconos permanentes.

“Na Assembleia Vicarial começamos com a síntese, resultado do trabalho das paróquias, dos sacerdotes e dos fiéis leigos cristãos. Foi feita a exposição de cada tema. Depois, abrimos para a assembleia, para a comunidade, sendo dois fiéis de cada paróquia, bem como os padres e diáconos, cada um colocando as suas observações, confirmando aquilo que foi apresentado. Cada um deu a sua colaboração”, disse o vigário episcopal.

Cônego Alberto Gonzaga explicou que as sínteses dos vicariatos darão origem a Síntese arquidiocesana, e ela será apresentada no dia 2 de março, que servirá de base para a segunda etapa do Sínodo que é a etapa de escuta e discernimento.

“Foi uma participação muito positiva, o desejo tanto dos padres quanto dos fiéis, comprometidos em ver o bem da Igreja. É uma Igreja em saída, pedida pelo nosso Papa Francisco. Como a Igreja pensa sobre a vida missionária? A resposta aconteceu nos pontos apresentados. Foi muito bom ver todos engajados, dando as suas contribuições, fazendo as suas observações”, disse o vigário episcopal.

Segundo o cônego Alberto Gonzaga, a missão é importante na vida da Igreja. “É o próprio anúncio de Nosso Senhor Jesus Cristo, de ir pelo mundo inteiro pregar o Evangelho. Nós não podemos ficar esperando os fiéis na Igreja. A Igreja tem que ser em saída, de portas abertas para anunciar a Palavra de Deus. Jesus, inúmeras vezes, falou da missão ao enviar seus discípulos para batizar todos os povos. A Igreja na sua essência é missionária, nasceu a partir da missão”, destacou.

 

Da Redação

 

 

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